{"id":270,"date":"2016-02-25T22:09:54","date_gmt":"2016-02-25T22:09:54","guid":{"rendered":"http:\/\/historiadorgeek.com.br\/?p=270"},"modified":"2023-02-13T17:10:47","modified_gmt":"2023-02-13T20:10:47","slug":"games-e-arte-parte-3-desenvolvedoras-indies","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/historiadorgeek.com.br\/index.php\/2016\/02\/25\/games-e-arte-parte-3-desenvolvedoras-indies\/","title":{"rendered":"Games e Arte \u2013 Parte 3: Desenvolvedoras Indie"},"content":{"rendered":"<p>Discutindo sobre games e arte, hoje analiso as desenvolvedoras indie. Ser\u00e1 que videogames podem ser considerados arte?<\/p>\n<h3><strong>Games e Arte \u2013 Parte 3: Desenvolvedoras Indies<\/strong><\/h3>\n<p><a href=\"http:\/\/historiadorgeek.com.br\/index.php\/2016\/02\/24\/games-e-arte-parte-2-ludologia\/\">No final do texto sobre ludologia<\/a> eu citei como que grandes publicadoras mesclaram narrativas e desenvolvimento de personagens de qualidade com uma jogabilidade fluida e precisa para criar grandes monstros de investimento e arrecadamento financeiro. N\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil encontrar discuss\u00f5es sobre jogos como Last of Us e Tomb Raider serem novas grandes obras art\u00edsticas da modernidade.<\/p>\n<p>Por\u00e9m h\u00e1 uma cr\u00edtica a essa l\u00f3gica industrial e lucrativa da express\u00e3o art\u00edstica. O que os pensadores da Escola de Frankfurt chamam de \u201cInd\u00fastria Cultural\u201d \u00e9 o nome dado a essa ideia de reprodu\u00e7\u00e3o em massa. Para eles, colocar express\u00f5es art\u00edsticas na l\u00f3gica de mercado acaba enfraquecendo a est\u00e9tica e pessoalidade da obra. Ao tentar fazer com que a obra seja um sucesso comercial, acaba perdendo sua singularidade.<\/p>\n<p>N\u00e3o exatamente concordando com todos os pontos levantados por Adorno e Walter Benjamin,mas tamb\u00e9m tendo uma vis\u00e3o cr\u00edtica da grande ind\u00fastria de games, nascem as pequenas empresas independentes, ou jogos indies. Diferente das grandes ind\u00fastrias que investem bastante num jogo comercial para alcan\u00e7ar um maior n\u00famero de clientes, os jogos indies focam em inova\u00e7\u00e3o e express\u00f5es art\u00edsticas individuais e distribui\u00e7\u00e3o para um mercado de nicho. Conhe\u00e7am alguns exemplos.<\/p>\n<h3><strong>Indies Horror Games<\/strong><\/h3>\n<p>Dentre os diversos de g\u00eaneros de jogos que s\u00e3o abordados pelas desenvolvedoras indies, parece que o g\u00eanero de horror \u00e9 o mais reproduzido. Talvez por ser o g\u00eanero mais mutilado pelas grandes ind\u00fastrias e dificilmente se mantendo a qualidade de uma s\u00e9rie, ou seguindo a mesma l\u00f3gica de filmes \u201ctrash\u201d na ind\u00fastria independente de filmes. Dentre esses jogos a uma enorme varia\u00e7\u00e3o de jogos criados no RPG Maker (uma engine de f\u00e1cil utiliza\u00e7\u00e3o criada para desenvolvedores indies) como \u201cMad Father\u201d, \u201cHello? Hell\u2026o?\u201d e diversos outros, onde misturam a est\u00e9tica de jogo RPG com uma narrativa fant\u00e1stica, tentando criar um clima de mist\u00e9rio.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"275\" data-permalink=\"https:\/\/historiadorgeek.com.br\/index.php\/2016\/02\/25\/games-e-arte-parte-3-desenvolvedoras-indies\/mad-father-mad-father-33407920-500-375\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/historiadorgeek.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Mad-Father-mad-father-33407920-500-375.png?fit=500%2C375&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"500,375\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Mad-Father-mad-father-33407920-500-375\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/historiadorgeek.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Mad-Father-mad-father-33407920-500-375.png?fit=300%2C225&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/historiadorgeek.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Mad-Father-mad-father-33407920-500-375.png?fit=500%2C375&amp;ssl=1\" class=\" wp-image-275 aligncenter\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/historiadorgeek.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Mad-Father-mad-father-33407920-500-375.png?resize=303%2C227\" alt=\"Mad-Father-mad-father-33407920-500-375.png\" width=\"303\" height=\"227\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/historiadorgeek.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Mad-Father-mad-father-33407920-500-375.png?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/historiadorgeek.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Mad-Father-mad-father-33407920-500-375.png?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"(max-width: 303px) 100vw, 303px\" \/><\/p>\n<p>A Frictional Games \u00e9 uma empresa indie que ficou famosa por lan\u00e7ar apenas jogos de horror, como a s\u00e9rie Penumbra, a s\u00e9rie Amnesia e o ultimo jogo lan\u00e7ado, SOMA. A est\u00e9tica dos jogos s\u00e3o bem semelhantes, com temas s\u00e9rios e sombrios, uma atmosfera misteriosa, um protagonista sem poder de luta e um monstro poderoso que n\u00e3o pode ser encarado. Criando uma atmosfera assustadora e densa em seus jogos.<\/p>\n<p>O jogo Slenderman simplificou a f\u00f3rmula d\u00e1 s\u00e9rie de jogos amn\u00e9sia, focalizou mais nos sustos repentinos e tamb\u00e9m fez um incr\u00edvel sucesso, sendo criando diversos clones dessa l\u00f3gica, onde os sustos s\u00e3o mais importantes que a hist\u00f3ria. Outro jogo a extrapolar o uso de jump scares (sustos dado no personagem propositalmente) e fazer um enorme sucesso com uma base simples foi a s\u00e9rie Five Nights at Freddy\u2019s.<\/p>\n<h3><strong>D\u014djin soft<\/strong><\/h3>\n<p>Dojin soft \u00e9 o equivalente a ind\u00fastria indie de games no Jap\u00e3o. Basicamente segue a ideia de desenvolvedores que se juntam para programar games por hobbies e n\u00e3o buscam lucro. Em qualquer outra m\u00eddia, o oriente e em especial o Jap\u00e3o, tem uma vis\u00e3o \u00fanica sobre o horror que se destaca em sua produ\u00e7\u00e3o frente as demais. Um excelente exemplo \u00e9 a franquia Corpse Party da Team GrisGris, em especial seu primeiro jogo que teve remakes para PSP e Windows.<\/p>\n<p>Com um enredo extenso que envolve religiosidade oriental, os jovens s\u00e3o presos em uma dimens\u00e3o paralela com uma s\u00e9rie de misteriosos esp\u00edritos. Cenas de viol\u00eancia gr\u00e1fica, suic\u00eddios e tortura psicol\u00f3gica tamb\u00e9m est\u00e3o presentes nos games que, mesmo tendo um gr\u00e1fico t\u00edpico de anime, nos tr\u00e1s uma sensa\u00e7\u00e3o \u00fanica ao jogar.<\/p>\n<figure id=\"attachment_192\" class=\"wp-caption alignright\" data-shortcode=\"caption\"><figcaption class=\"wp-caption-text\">\u00a0<\/figcaption><\/figure>\n<p>Tratando se de desenvolvimento independente de jogos de horror, h\u00e1 uma designer em especial que faz sozinha seus games e que vale ser mencionada. Conhecida apenas como Uri, ela desenvolveu uma s\u00e9rie de jogos de horror no RPG Maker como Mermaid Swamp e The Boogie Man. Todos os jogos envolvem um cuidado est\u00e9tico caprichoso e um enredo bem desenvolvido. Confira alguns desses jogos nessa playlist de gameplay do youtuber \u201cManlyBadassHero\u201d.<\/p>\n<p><iframe title=\"Uri&#039;s Horror Games - Mermaid Swamp, Strange Men Series, Paranoiac\" width=\"640\" height=\"360\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=PLq7Wze90TsOoHGmVXuLqzPSBVnT-HOih4\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" data-load-mode=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<p>Claro que os jogos desenvolvidos em Dojin Softs n\u00e3o s\u00e3o exclusivamente de horror, de fato muitas delas se especializam em \u201cvisual novels\u201d como a 07th Expansion e Type-Moon. Muitos fangames, jogos que usam personagens j\u00e1 conhecidos de algum outro lugar, s\u00e3o desenvolvidos tamb\u00e9m, como o Ragnarok Battle Offline desenvolvido pela French Bread que surpreendeu at\u00e9 os criadores originais do jogo Ragnarok Online. Assim como homebrews (clude de desenvolvedores de jogos amadores no ocidente), muitas dojin soft costumam lan\u00e7ar jogos no extinto Dreamcast da Sega, pela facilidade que \u00e9 programar um jogo para ele, mantendo assim o console vivo.<\/p>\n<h3><strong>Indie Games e Narratologia<\/strong><\/h3>\n<p>Existem produtoras independentes que focam a cria\u00e7\u00e3o dos seus jogos em entregar uma rica narrativa, ou apenas contar uma hist\u00f3ria com um grande n\u00edvel de intera\u00e7\u00e3o. Um grande exemplo disso \u00e9 Stanley Parable, cria\u00e7\u00e3o de Davey Wreden. Stanley Parable \u00e9 uma narrativa interativa sobre Stanley, um funcion\u00e1rio t\u00edpico de escrit\u00f3rio que um dia, se depara com todo o pr\u00e9dio que trabalha vazio.<\/p>\n<p>O jogador tem de ent\u00e3o percorrer os pr\u00e9dios e fazer seu caminho para n\u00e3o s\u00f3 entender o que aconteceu, mas entender um pouco sobre si, pr\u00f3prio. O jogo \u00e9 uma daquelas experi\u00eancias que se moldam conforme a interatividade do jogador, um jogador mais s\u00e9rio encontrar\u00e1 uma hist\u00f3ria mais dram\u00e1tica, enquanto um jogador mais brincalh\u00e3o encontrar\u00e1 um enredo mais divertido. Qualquer defini\u00e7\u00e3o al\u00e9m disso estragaria a experi\u00eancia do jogo.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"279\" data-permalink=\"https:\/\/historiadorgeek.com.br\/index.php\/2016\/02\/25\/games-e-arte-parte-3-desenvolvedoras-indies\/header\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/historiadorgeek.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/header.jpg?fit=460%2C215&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"460,215\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"header\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/historiadorgeek.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/header.jpg?fit=300%2C140&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/historiadorgeek.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/header.jpg?fit=460%2C215&amp;ssl=1\" class=\"size-full wp-image-279 aligncenter lazyload\" data-src=\"https:\/\/i0.wp.com\/historiadorgeek.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/header.jpg?resize=460%2C215\" alt=\"header.jpg\" width=\"460\" height=\"215\" data-srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/historiadorgeek.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/header.jpg?w=460&amp;ssl=1 460w, https:\/\/i0.wp.com\/historiadorgeek.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/header.jpg?resize=300%2C140&amp;ssl=1 300w\" data-sizes=\"(max-width: 460px) 100vw, 460px\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 460px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 460\/215;\" \/><\/p>\n<p>Outro jogo famoso por ter uma narrativa comovente \u00e9 \u201cTo The Moon\u201d, um adventure criado no RPG maker que conta a hist\u00f3ria de um senhor vi\u00favo a beira da morte, querendo realizar seu ultimo desejo em vida, visitar a Lua. Algumas publicadoras gigantes tendem a financiar projetos de est\u00fadios independentes e assim reunir o melhor dos dois mundos. Como exemplo temos o jogo Life is Strange desenvolvido pela Dontnod Entertainment mas publicado pela Square Enix.<\/p>\n<h3><strong>Indie games e Ludologia.<\/strong><\/h3>\n<p>Claro que, numa ind\u00fastria onde a inova\u00e7\u00e3o \u00e9 celebrada, os jogos n\u00e3o focariam apenas em boas narrativas, mas tamb\u00e9m um gameplay inovador, interativo e que beira a perfei\u00e7\u00e3o. Jogos como Super Meat Boy, FEZ\u00a0 e Braid s\u00e3o jogos de plataforma com recursos de gameplay inovadores, como por exemplo a pele esponjosa de Meat Boy, que \u00e9 usada para \u201cgrudar\u201d nas plataformas e assim permitir ao jogador alcan\u00e7ar outros lugares.<\/p>\n<p>FEZ brinca com a no\u00e7\u00e3o de perspectiva entre o 2D e 3D e tr\u00e1s puzzles inovadores para o estilo j\u00e1 Braid tem um recurso de volta no tempo que aumenta em muito as possibilidades do jogador com o jogo. O document\u00e1rio \u201cIndie Game \u2013 The Movie\u201d mostra como foi o desenvolvimento dos jogos \u201cFEZ\u201d e \u201cSuper Meat Boy\u201d, al\u00e9m de acompanhar a rotina dos desenvolvedores.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"281\" data-permalink=\"https:\/\/historiadorgeek.com.br\/index.php\/2016\/02\/25\/games-e-arte-parte-3-desenvolvedoras-indies\/maxresdefault-2\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/historiadorgeek.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/maxresdefault-1.jpg?fit=1920%2C1080&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1920,1080\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"maxresdefault\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/historiadorgeek.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/maxresdefault-1.jpg?fit=300%2C169&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/historiadorgeek.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/maxresdefault-1.jpg?fit=640%2C360&amp;ssl=1\" class=\"wp-image-281 aligncenter lazyload\" data-src=\"https:\/\/i0.wp.com\/historiadorgeek.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/maxresdefault-1.jpg?resize=424%2C239\" alt=\"maxresdefault.jpg\" width=\"424\" height=\"239\" data-srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/historiadorgeek.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/maxresdefault-1.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https:\/\/i0.wp.com\/historiadorgeek.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/maxresdefault-1.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/historiadorgeek.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/maxresdefault-1.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/historiadorgeek.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/maxresdefault-1.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/historiadorgeek.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/maxresdefault-1.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w\" data-sizes=\"(max-width: 424px) 100vw, 424px\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 424px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 424\/239;\" \/><\/p>\n<p>Um est\u00fadio brasileiro que vem se destacando mundialmente na ind\u00fastria \u00e9 Joymasher, que vem se destacando em criar jogos modernos com o melhor da est\u00e9tica 8-bits e pixel art. O est\u00fadio conta com o j\u00e1 famoso Oniken, que tem inspira\u00e7\u00e3o em Ninja Gaiden com tem\u00e1tica cyberpunk e o atual lan\u00e7amento Odallus, que tem influencias da s\u00e9rie Castlev\u00e2nia e Metroid. Na p\u00e1gina oficial deles (que por algum motivo, s\u00f3 tem em ingl\u00eas) existem alguns jogos freeware para jogar. Voc\u00ea pode acessar clicando aqui: <a href=\"http:\/\/joymasher.com\/\">http:\/\/joymasher.com\/<\/a><\/p>\n<p>Esses foram exemplos de bons jogos desenvolvidos por ind\u00fastrias independentes e que tem um espectro enorme de aspira\u00e7\u00e3o est\u00e9tica, sendo cada um uma obra de arte em sua proposta. Mas ainda sim vemos que os jogos digitais at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o possuem um elo forte de liga\u00e7\u00e3o com artes mais expressivas e interpretativas. Bem, n\u00e3o at\u00e9 agora\u2026 No pr\u00f3ximo texto falarei dos Art Games.<\/p>\n<p>Outros textos da s\u00e9rie<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/historiadorgeek.com.br\/index.php\/2016\/02\/18\/games-e-arte-parte-1-narratologia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Parte 1: Narratologia<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/historiadorgeek.com.br\/index.php\/2016\/02\/24\/games-e-arte-parte-2-ludologia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Parte 2: Ludologia<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/historiadorgeek.com.br\/index.php\/2016\/02\/25\/games-e-arte-parte-3-desenvolvedoras-indies\/\">Parte 3: Desenvolvedoras Indies<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/historiadorgeek.com.br\/index.php\/2016\/02\/26\/games-e-arte-parte-4-art-games\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Parte 4: Art Games<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Diferente das grandes ind\u00fastrias que investem bastante num jogo comercial para alcan\u00e7ar um maior n\u00famero de clientes, os jogos indies focam em inova\u00e7\u00e3o e express\u00f5es art\u00edsticas individuais e distribui\u00e7\u00e3o para um mercado de nicho.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":284,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[89,83],"tags":[10,11,4,5],"class_list":["post-270","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-analises","category-games","tag-critica","tag-estetica","tag-games","tag-horror"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.3 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Games e Arte \u2013 Parte 3: Desenvolvedoras Indie - Historiador Geek<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Discutindo sobre games e arte, hoje analiso as desenvolvedoras indie. 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