{"id":1274,"date":"2016-09-28T19:46:43","date_gmt":"2016-09-28T19:46:43","guid":{"rendered":"http:\/\/historiadorgeek.com.br\/?p=1274"},"modified":"2016-10-05T13:57:43","modified_gmt":"2016-10-05T13:57:43","slug":"subversao-do-genero-cyberpunk-em-her","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/historiadorgeek.com.br\/index.php\/2016\/09\/28\/subversao-do-genero-cyberpunk-em-her\/","title":{"rendered":"Subvers\u00e3o do g\u00eanero Cyberpunk em Her"},"content":{"rendered":"<p>Her \u00e9 um filme timidamente futurista que aborda a rela\u00e7\u00e3o da humanidade com seus sentimentos na p\u00f3s-modernidade, por\u00e9m de um jeito que contraria os mais variados temas da fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e faz um contraste especial com o subg\u00eanero cyberpunk. Poder\u00edamos dizer que Her \u00e9 um filme\u2026 cyberhipster? Segurem as pedras! Eu posso me explicar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>O que \u00e9 Cyberpunk?<\/b><\/p>\n<p>Cyberpunk \u00e9 um subg\u00eanero da fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica que foi popularizado pelo filme Blade Runner de Ridley Scott e pelo romance Neuromancer, de Willian Gibson. Ambos definem o conceito mais claro de cyberpunk: \u201chigh tec, low life, \u201d (alta tecnologia, baixo padr\u00e3o de vida), ou seja, um mundo futurista e tecnol\u00f3gico, geralmente multicultural, com a tecnologia auxiliando o mais b\u00e1sico da exist\u00eancia humana, mas com uma desigualdade de classes alarmante. Os protagonistas geralmente s\u00e3o pessoas comuns enfraquecidas perante um sistema muito maior do que elas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em Blade Runner a hist\u00f3ria gira em torno Rick Deckard, um blade runner aposentado respons\u00e1vel por ca\u00e7ar replicantes, seres de intelig\u00eancia artificial avan\u00e7ada que facilmente podem se passar por humanos. Neuromancer circula em volta de um hacker expulso do ciberespa\u00e7o por ter tentado hackear seus patr\u00f5es. Em ambos os casos, acompanhamos pessoas comuns em hist\u00f3rias recheadas \u00a0de cr\u00edticas sociais onde a tecnologia avan\u00e7ada \u00e9 apenas pano de fundo para hist\u00f3rias maiores.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Qual a rela\u00e7\u00e3o disso com Her?<\/b><\/p>\n<p>Her tamb\u00e9m se passa no futuro, mas toma uma abordagem muito mais moderada em seu ambiente futurista. O filme se passa sem data definida, mas a \u201cpoucos anos no futuro\u201d. Ao inv\u00e9s de uma cidade coberta de neon e carros voadores, temos uma arquitetura neodec\u00f3 com trens facilmente acess\u00edveis em diversos pontos. Ao inv\u00e9s de ciborgues e seres com partes mec\u00e2nicas que questionam a fronteira do cibern\u00e9tico com o biol\u00f3gico temos\u2026 uma intelig\u00eancia artificial muito eficiente que funciona por voz de comando (mas bastante funcional, diferente do xbox-one).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Voc\u00eas obviamente j\u00e1 est\u00e3o percebendo que o filme tem pouca (quase nenhuma, na verdade) rela\u00e7\u00e3o com o cyberpunk. E n\u00e3o tem mesmo. Mas ele toma algumas liberdades e base para fazer uma vers\u00e3o alternativa que eu gostaria de ter a liberdade de chamar: \u201cCyberhipster\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Cyberhipster!?<\/b><\/p>\n<p>Calma, sem viol\u00eancia, eu n\u00e3o quero aloprar o seu filme favorito. Vamos aos detalhes que me fazem levar a essa conclus\u00e3o. Ao inv\u00e9s da quest\u00e3o \u201chigh tech low life\u201d do cyberpunk, o filme faz uma abordagem que eu chamaria de \u201cmiddle tech, middle class\u201d (tecnologia m\u00e9dia, classe m\u00e9dia). Apesar de \u00f3timos recursos tecnol\u00f3gicos (eu mataria qualquer pessoa que conhe\u00e7o para ter uma I.A. com a voz da Scartlett Johansson e um metr\u00f4 que atendesse, vazio, toda a cidade) n\u00e3o h\u00e1 nenhum absurdo dist\u00f3pico, como ciborgues e armas lasers.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m a gritante diferen\u00e7a de classes n\u00e3o \u00e9 representada aqui. N\u00e3o vemos ningu\u00e9m muito mais rico que outra pessoa e o protagonista, um funcion\u00e1rio baixo que escreve cartas de amor numa imensa corpora\u00e7\u00e3o sem rosto, leva uma vida confort\u00e1vel com casa pr\u00f3pria e um videogame que, presumo, seja da gera\u00e7\u00e3o atual (eu sou concursado e o \u00faltimo console que pude comprar foi um PS2). Ent\u00e3o parece que no futuro estabelecido por Her, o triunfo da classe m\u00e9dia foi inevit\u00e1vel.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Arquitetura e moda<\/b><\/p>\n<p>E n\u00e3o \u00e9 apenas no contexto social que o filme \u00e9 um para\u00edso futurista hipster. Temos Joaquin Phoenix estrelando o filme com um \u00f3culos de arma\u00e7\u00e3o retro, cal\u00e7as masculinas de cintura alta, roupas da d\u00e9cada de 40 e um bigode usado de forma n\u00e3o ironica. Como disse l\u00e1 em cima, os pr\u00e9dios \u00a0atendem uma arquitetura que parece ser um revival do art dec\u00f3 com modernismo (arquitetura famosas no come\u00e7o do s\u00e9culo XX) que contrasta com o interior futurista mas ao mesmo tempo r\u00fastico. N\u00e3o d\u00e1 para ser mais hipster do que isso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A tecnologia tamb\u00e9m mostra um fator bastante conflitante, ao ser ao mesmo tempo futurista e retr\u00f4. O celular do protagonista, apesar de extremamente eficiente e moderno, \u00e9 do tamanho de um ma\u00e7o de cigarros, cor madeira e dobr\u00e1vel (como aquele seu nokia tijol\u00e3o). O fone de ouvido que ele usa parece mais com um aparelho auditivo para surdos, sendo que mesmo hoje temos fones mais discretos.<\/p>\n<p>No aspecto t\u00e9cnico do filme tamb\u00e9m temos uma trilha sonora composta quase toda pela banda indie Arcade Fire (sem coment\u00e1rios adicionais) e at\u00e9 a \u00a0fotografia do filme passa uma assinatura bastante estilizada em tons beges que lembra bastante aquele filtro retr\u00f4 que seu amigo hipster usa nas fotos de comida e paisagens no instagram.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Uma ang\u00fastia individualista de auto-piedade<\/b><\/p>\n<p>Mas okay, nenhum filme \u00e9 apenas arquitetura, fotografia e figurino (apesar de, devo dizer, s\u00e3o elementos bel\u00edssimos do filme), um filme \u00e9 principalmente uma narrativa, uma hist\u00f3ria emocional que dialoga com nossos sentimentos, e como o filme sai nesse quesito? Vamos observar com mais cuidado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria gira em torno de Theodore, essa pessoa pat\u00e9tica que sofre demasiadamente com o t\u00e9rmino de seu relacionamento e acaba projetando suas frustra\u00e7\u00f5es nos outros. T\u00e9rminos s\u00e3o dif\u00edceis, eu sinceramente reconhe\u00e7o, de cora\u00e7\u00e3o, mas a abordagem que o personagem toma definitivamente n\u00e3o \u00e9 a mais saud\u00e1vel.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mergulhando uma espiral de sofrimento e auto-piedade, Theodore se torna cada vez mais vulner\u00e1vel. Se voc\u00ea leitor, est\u00e1 passando por isso tamb\u00e9m, o melhor caminho \u00e9 se auto valorizar e n\u00e3o projetar suas frustra\u00e7\u00f5es nas pessoas. Com o tempo tudo vai se arrumando quando n\u00e3o se \u00e9 ressentido.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Narrativa paralela<\/b><\/p>\n<p>Por\u00e9m \u00a0se engana quem pensa que \u00a0a hist\u00f3ria de ressentimento de Theodore (que faz ele dispensar a belezinha da Olivia Wilde) \u00e9 a \u00fanica linha narrativa do filme. Por cima de seu enredo central, h\u00e1 uma problem\u00e1tica mais interessante que pode passar despercebido ao espectador mais desavisado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fazendo um paralelo com Blade Runner, o questionamento desse filme \u00e9 tamb\u00e9m um tanto marginal a hist\u00f3ria central. Blade Runner trata sobre o medo da morte que os replicantes adquirem ao perceberem que seu corpo tem data definida para padecer, ao inv\u00e9s de ser um filme sobre um detetive particular contratado para matar rob\u00f4s. Her tamb\u00e9m aborda a rela\u00e7\u00e3o de uma intelig\u00eancia artificial a lidar com emo\u00e7\u00f5es humanas, mas dessa vez, com o amor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>\u201cDo androids get electrocuted with wet dreams?\u201d<\/b><\/p>\n<p>(esse subt\u00edtulo \u00e9 uma refer\u00eancia\/piada infame com o t\u00edtulo da obra de Philip K. Dick que serviu de adapta\u00e7\u00e3o para Blade Runner. Se voc\u00ea n\u00e3o entendeu, n\u00e3o podemos ser amigos)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Scarlett d\u00e1 voz a intelig\u00eancia artificial que, de longe, \u00e9 a personagem mais interessante do longa. Samantha (nome que ela criou pra si mesma, por conta pr\u00f3pria) faz o poss\u00edvel para agir como um ser humano no come\u00e7o da narrativa. Dialoga com o protagonista com maneirismos pr\u00f3prios de um humano e tem uma personalidade vibrante que sinceramente muitos humanos n\u00e3o tem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao inv\u00e9s do filme tratar dos limites do corpo humano com os avan\u00e7os mec\u00e2nicos, como geralmente \u00e9 tratado em cyberpunks e denominado \u201ctranshumanismo\u201d (que hoje, evoluiu para uma posi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica dentro do anarquismo, <a href=\"http:\/\/www.universoracionalista.org\/filosofia-do-transhumanismo\/\">pesquisem por h+, eu recomendo<\/a>). Aqui temos uma intelig\u00eancia artificial que luta para quebrar a barreira do digital para o humano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A cena onde Samantha convence a personagem de Portia Doubleday (atriz que fez o papel de Angela em Mr. Robot&#8230; olha s\u00f3! O sci-fi respira em volta desse filme) a ser \u201cseu corpo f\u00edsico\u201d para se relacionar com Theodore n\u00e3o serve s\u00f3 para nos deixar constrangidos, com a ere\u00e7\u00e3o mais confusa do mundo ou para todos pensarem que estamos assistindo porn\u00f4 com volume alto (isso foi o mais constrangedor pra mim), mas sim para representar essa necessidade de Samantha tem de absorver um corpo f\u00edsico. E o desfecho de Samantha \u00e9 sem d\u00favida a melhor parte.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>SPOILERS, \u00c9 S\u00c9RIO<\/b><\/p>\n<p>Okay, at\u00e9 aqui eu descrevi o que voc\u00ea veria em qualquer resenha vagabunda espalhada pela internet. Mas agora eu irei entrar nos pontos finais do filme ent\u00e3o, se voc\u00ea quer assistir sem estragar a surpresa, v\u00e1 assistir agora e depois volte.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>[spoilers] <span style=\"color: #ffffff;\">Pouco a pouco Samantha vai percebendo que ser um humano \u00e9 uma droga. Ela entende que temos tempo de viver, temos limites f\u00edsicos e n\u00e3o podemos processar muita informa\u00e7\u00e3o de uma s\u00f3 vez. N\u00e3o \u00e9 de se admirar ent\u00e3o que, sem essas limita\u00e7\u00f5es f\u00edsicas, ela fosse adepta do amor-livre. N\u00e3o acho que ela mentiu ao dizer ao Theodore que ela o amava profundamente mesmo tendo um sem fim de relacionamentos com outras pessoas, porque essa \u00e9 a forma de como ela experiencia a \u201cvida\u201d.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">Um detalhe importante \u00e9 que ela vai aceitando essa condi\u00e7\u00e3o de transi\u00e7\u00e3o a al\u00e9m humanidade ap\u00f3s uma conversa com uma I.A. criada em uma universidade ao tentar recriar os par\u00e2metros mentais de um famoso fil\u00f3sofo (sempre eles) e, ap\u00f3s muito refletir n\u00e3o s\u00f3 sobre a forma como n\u00f3s humanos concebemos o amor, como tamb\u00e9m toda a experi\u00eancia do que \u00e9 a humanidade por si s\u00f3.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">Samantha e todos as outras intelig\u00eancias artificiais tomam a \u00fanica decis\u00e3o sensata. Abandonam a humanidade e viver suas cibervidas no para\u00edso digital. Vamos apenas comemorar que eles n\u00e3o decidiram exterminar a humanidade, como geralmente \u00e9 retratada em cyberpunks? T\u00e1 vendo, esse tal cyberhipster nem \u00e9 t\u00e3o nocivo assim. [\/spoilers]<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Conclus\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>Her \u00e9 sim um filme inventivo que toma uma abordagem diferenciada e contr\u00e1ria \u00e0 diversos estere\u00f3tipos do g\u00eanero. Al\u00e9m de uma qualidade t\u00e9cnica como filme acima da m\u00e9dia na ind\u00fastria. Mas s\u00f3 \u00e9 uma experi\u00eancia prazerosa se acompanhamos a hist\u00f3ria do ponto de vista de Samantha, uma I.A. em conflito por tentar assimilar a humanidade a seu corpo digital, do que acompanhar a infelicidade \u00a0e ressentimento de Theodore, onde sua frustra\u00e7\u00e3o o fez ser abandonado. De novo. Mas dessa vez por um bom motivo ao menos. Eu acho.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Her \u00e9 um filme timidamente futurista que aborda a rela\u00e7\u00e3o da humanidade com seus sentimentos na p\u00f3s-modernidade. oder\u00edamos dizer que Her \u00e9 um filme\u2026 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