{"id":1252,"date":"2016-09-24T22:59:32","date_gmt":"2016-09-24T22:59:32","guid":{"rendered":"http:\/\/historiadorgeek.com.br\/?p=1252"},"modified":"2020-04-23T15:49:38","modified_gmt":"2020-04-23T18:49:38","slug":"frankenstein-e-o-existencialismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/historiadorgeek.com.br\/index.php\/2016\/09\/24\/frankenstein-e-o-existencialismo\/","title":{"rendered":"Frankenstein e o existencialismo"},"content":{"rendered":"<p>Frankenstein e o existencialismo&#8230; Por que existimos e qual o prop\u00f3sito de nossa exist\u00eancia no mundo? Essa \u00e9 uma quest\u00e3o filos\u00f3fica que fundamenta a escola existencialista. Apesar de ganhar grande destaque na filosofia francesa do s\u00e9culo XX com Sartre e Camus, seus principais pontos foram levantados anteriormente no s\u00e9culo XIX por Nietzsche, Schopenhauer e Kierkeegard.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, na novela g\u00f3tica &#8220;Frankenstein&#8221; de Mary Shelley, vemos a ansiedade existencial sendo abordada quase meio s\u00e9culo antes por uma garota de dezenove anos em uma disputa liter\u00e1ria de f\u00e9rias.<\/p>\n<p>Conhe\u00e7a um pouco mais sobre essa obra.<\/p>\n<h3><strong>A constru\u00e7\u00e3o de um cl\u00e1ssico<\/strong><\/h3>\n<p>Mary Shelley \u00e9 filha da escritora feminista Mary Wollstonecraft, do escritor pol\u00edtico e um dos fundadores do anarquismo Willian Godwin e fora casada com o poeta ingl\u00eas Percy Shelley (que baita fam\u00edlia Mary teve, diga-se de passagem). Talvez poder\u00edamos dizer que ela n\u00e3o tem nenhuma obra de grande sucesso, com exce\u00e7\u00e3o da obra definitiva do terror e primeiro livro sobre fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica da hist\u00f3ria. Frankenstein, ou o prometeu moderno.<\/p>\n<p>Com uma abordagem diferente das retratadas nos filmes, o livro conta a hist\u00f3ria do doutor Frankenstein. Um jovem cientista obcecado com conceitos sobre vida e morte que decide criar um corpo humano. Usando diversas partes humanas e de animais costuradas em uma nova criatura e reanim\u00e1-la com uma descarga el\u00e9trica.<\/p>\n<p>Mary diz que teve inspira\u00e7\u00e3o para essa hist\u00f3ria ao tomar conhecimento dos experimentos de Luigi Galvani, anatomista italiano que fazia experi\u00eancias com mortos e suas rea\u00e7\u00f5es \u00e0 eletricidade.<\/p>\n<p>Ao confrontar a sua criatura (que n\u00e3o tem nome) agora viva, o doutor a contempla horrorizado e foge em desespero. Retornando posteriormente depois que a criatura j\u00e1 havia fugido. Ap\u00f3s um tempo a criatura o reencontra e o doutor descobre n\u00e3o s\u00f3 que ela possui consci\u00eancia pr\u00f3pria, mas que sofre com ansiedade existencial ao n\u00e3o saber seu prop\u00f3sito no mundo. Por isso buscou seu criador para obter tais respostas. O desenrolar da hist\u00f3ria eu deixarei para a curiosidade dos poss\u00edveis leitores desse grande cl\u00e1ssico.<\/p>\n<p>Mary Shelley construiu em sua hist\u00f3ria um fino tra\u00e7o do que mais tarde seria desenvolvido no existencialismo. Se n\u00e3o somos uma cria\u00e7\u00e3o de um ser perfeito, qual o nosso papel na exist\u00eancia? A autora n\u00e3o s\u00f3 questiona o papel do homem em usar a ci\u00eancia como se fosse um deus, mas sim na consequ\u00eancia existencial da criatura, que vem ao mundo sem nenhum prop\u00f3sito.<\/p>\n<h3><b>As influ\u00eancias de Frankenstein no existencialismo e Fic\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica<\/b><\/h3>\n<p>Sendo assim, toda a obra que futuramente questionou os limites da a\u00e7\u00e3o humana sobre a ci\u00eancia teve como ponto de partida a hist\u00f3ria de Mary Shelley. N\u00e3o \u00e0 toa, a obra \u00e9 considerada o marco inicial da fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, que s\u00f3 tomaria forma um s\u00e9culo depois.<\/p>\n<p>Ao mostrar um cientista que n\u00e3o tem medo de explorar o inexplorado e ainda sim, ficar horrorizado com suas descobertas, levando a um descontentamento profundo. Um pouco sobre esse tema eu j\u00e1 comentei no meu texto comparando os jogos<a href=\"http:\/\/historiadorgeek.com.br\/index.php\/2016\/02\/25\/questionamentos-de-frankenstein-em-resident-evil-e-parasite-eve\/\"> Parasite Eve e Resident Evil com Frankenstein<\/a>.<\/p>\n<p>A ideia de se confrontar com seu papel na exist\u00eancia foi abordada por diversos pensadores e cada um tem uma resposta diferente. Kierkegaard reconhece a falta de sentido da vida e completa que apenas o \u201csalto de f\u00e9\u201d proporcionado pela convic\u00e7\u00e3o crist\u00e3 trar\u00e1 alguma paz de esp\u00edrito a pessoa. Albert Camus por outro lado diz que, em frente a falta de sentido da exist\u00eancia, deve-se abra\u00e7ar o absurdo como inevit\u00e1vel e procurar tirar o melhor da vida.<\/p>\n<p>Por fim temos Nietzsche que definia a vida como uma eterna experi\u00eancia de transvalora\u00e7\u00e3o da moral constru\u00edda pelo indiv\u00edduo, sempre negando bases tradicionais para alcan\u00e7ar o aspecto de al\u00e9m-homem. Evitando de maneira geral que n\u00e3o se caia em ressentimento, e \u00e9 exatamente esse o problema que a criatura enfrenta no livro.<\/p>\n<p>Ao falhar em dar sentido a pr\u00f3pria vida e dar motivo pr\u00f3prio a sua exist\u00eancia, o monstro procura seu criador e ressente-se por perceber que n\u00e3o s\u00f3 seu criador n\u00e3o tinha resposta para suas perguntas, mas que tamb\u00e9m n\u00e3o iria ajudar na busca de ressignifica\u00e7\u00e3o de sua exist\u00eancia. Fazendo com que o monstro o persiga e destrua sua vida.<\/p>\n<h3><b>Adapta\u00e7\u00f5es para o cinema<\/b><\/h3>\n<p>O existencialismo em Frankenstein \u00e9 completamente abandonado nas adapta\u00e7\u00f5es do cinema. A primeira adapta\u00e7\u00e3o para o cinema foi em 1910, criado pela ind\u00fastria de Thomas Edison e, como os outros filmes do per\u00edodo, tem uma curta dura\u00e7\u00e3o de poucos minutos. Por isso segue pontos importantes da narrativa de forma apressada e sem muita profundidade.<\/p>\n<p>Por\u00e9m ainda sim \u00e9 feito um trabalho interessante na forma de como \u00e9 contada a hist\u00f3ria, levando em considera\u00e7\u00e3o as limita\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas do per\u00edodo. Uma not\u00e1vel diferen\u00e7a narrativa \u00e9 na cria\u00e7\u00e3o do corpo do monstro que, ao inv\u00e9s de eletricidade, usa uma sopa vital com um \u00fanico cad\u00e1ver. A pr\u00f3pria cena inclusive, mostra uma t\u00e9cnica cinematogr\u00e1fica inovadora para o per\u00edodo, na hora de retratar a transforma\u00e7\u00e3o lenta e assustadora do corpo.<\/p>\n<p>O filme tamb\u00e9m \u00e9 famoso por usar uma r\u00fastica tentativa de adicionar cores por filtros s\u00e9pia na proje\u00e7\u00e3o preto e branco. A t\u00e9cnica era usada para real\u00e7ar as mudan\u00e7as emocionais em cada parte da narrativa. Com cores mais calmas para momentos tranquilos e tons mais fortes para momentos de tens\u00e3o. O filme caiu em dom\u00ednio p\u00fablico e <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=MR_VxX_h48c\">est\u00e1 dispon\u00edvel no youtube<\/a>.<\/p>\n<p><iframe title=\"Frankenstein (1910) filme completo\" width=\"640\" height=\"480\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/MR_VxX_h48c?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" data-load-mode=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<h3><b>Frankenstein de 1931<\/b><\/h3>\n<p>Seria a adapta\u00e7\u00e3o de 1931 que traria realmente sucesso para o personagem, sendo a imagem geralmente associada com o nome Frankenstein. Dirigido por James Whale e atuado pelo at\u00e9 ent\u00e3o pouco conhecido Boris Karloff. Frankenstein se tornaria um dos muitos personagens a estrelar a galeria de monstros do est\u00fadio Universal (como Dr\u00e1cula, A M\u00famia, o Homem Invis\u00edvel entre outros).<\/p>\n<p>As diferen\u00e7as mais claras na narrativa s\u00e3o em demonstrar a excentricidade exagerada do Doutor Frankenstein, que fundamentaria o estere\u00f3tipo de cientista louco no cinema. Ele agora tinha um ajudante corcunda e dessa vez ficava orgulhoso de sua cria\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o espantado ou temeroso.<\/p>\n<p>Apesar de ainda lidar com os temas sobre o limite entre a vida e a morte e o homem imitando o papel de deus. O monstro n\u00e3o mais \u00e9 um ser consciente que sofre de ansiedade existencial, mas sim age como um animal, sem poder de fala ou sinal claro de entendimento. Empurrando o questionamento para outra dire\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3><b>Eugenismo Lombrosiano na adapta\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica<\/b><\/h3>\n<p>Tamb\u00e9m tomando um rumo diferente do livro, o filme mostra o ajudante do doutor (que n\u00e3o se chama Ygor) buscando um c\u00e9rebro para integrar o corpo do monstro. Este ao se atrapalhar acaba usando um c\u00e9rebro que era de um criminoso, influenciando numa futura propens\u00e3o a maldade que o monstro iria ter.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio do monstro de Shelly, que se aproxima muito mais do conceito de t\u00e1bula rasa proposto por fil\u00f3sofos ingleses empiristas como John Locke. O filme toma o conceito de inatismo biol\u00f3gico proposto por Cesare Lombroso, higienista italiano que morreu em 1909 (22 anos antes do lan\u00e7amento do filme).<\/p>\n<p>Lombroso defendia que, pela constitui\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica, pessoas s\u00e3o mais propensas a cometerem crimes, podendo at\u00e9 ser tra\u00e7ado um perfil criminoso pelas medidas do cr\u00e2nio. Hoje, as teorias racistas de Lombroso ca\u00edram em descr\u00e9dito. Mas no per\u00edodo do filme ainda tinham alguma credibilidade. Basta pensar que teorias higienistas foram usadas anos depois na Alemanha nazista e na cria\u00e7\u00e3o de leis racistas no sul dos Estados Unidos.<\/p>\n<h3><b>Conclus\u00e3o<\/b><\/h3>\n<p>Seja no questionamento da ansiedade e falta de respostas do motivo de estar vivo, seja na adapta\u00e7\u00e3o de mais sucesso que busca uma resposta para o comportamento violento da criatura.<\/p>\n<p>Frankenstein \u00e9 mais uma obra que circula sobre as quest\u00f5es existenciais entre a vida e a morte do que uma hist\u00f3ria assustadora sobre um monstro violento capaz de tomar atos cru\u00e9is. O questionamento da maldade de Frankenstein nada mais \u00e9 do que um questionamento sobre a pr\u00f3pria natureza humana.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porque existimos e qual o prop\u00f3sito de nossa exist\u00eancia no mundo? Essa \u00e9 uma quest\u00e3o filos\u00f3fica que fundamenta a escola existencialista. 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